Pesquisa traz novos insights sobre a asma infantil

Pesquisa traz novos insights sobre a asma infantil

O diagnóstico precoce da asma infantil está agora um passo mais perto, após a conclusão do estudo “Metabolômica para Previsão da Asma” (MAP), apoiado pela PLS em parceria com a Fundação do Hospital Infantil de Perth (PCHF).

A asma continua sendo uma das doenças crônicas infantis mais comuns na Austrália, e seu diagnóstico em crianças em idade pré-escolar continua sendo um grande desafio clínico.

Este estudo de pesquisa inovador, liderado pelo professor André Schultz, médico especialista em pneumologia pediátrica de Perth, tem como objetivo desenvolver o primeiro teste de diagnóstico precoce da asma do mundo, utilizando uma amostra de urina simples e não invasiva. A detecção da asma antes que os sintomas se tornem graves tem o potencial de possibilitar um tratamento mais precoce e eficaz, além de melhorar os resultados de saúde a longo prazo.

O estudo, com duração de dois anos, contou com a participação de mais de 300 crianças, e os pesquisadores analisaram 183 amostras genéticas com o objetivo de aprimorar a detecção precoce da asma.

Sandra McInnes, diretora de Recursos Humanos e Sustentabilidade da PLS, afirmou que a empresa se orgulha de apoiar pesquisas com potencial para transformar a vida de milhões de pessoas.

Na PLS, acreditamos que construir o futuro começa com o investimento na saúde e no bem-estar de nossas comunidades. É por isso que estabelecemos parcerias com organizações que estão fazendo uma diferença real — especialmente aquelas voltadas para a melhoria da qualidade de vida de crianças e famílias.

Sandra McInnes, Diretora de Pessoal e Sustentabilidade da PLS

O diretor-executivo da Fundação do Hospital Infantil de Perth, Carrick Robinson, afirmou que parcerias com apoiadores generosos como a PLS são essenciais para o avanço da pesquisa pediátrica.

“Agradecemos à PLS pelo apoio a pesquisas como o estudo MAP, que traz conhecimentos valiosos para nossa compreensão da asma infantil. Por meio desse trabalho, o professor associado Schultz e sua equipe geraram descobertas importantes que ajudarão a orientar pesquisas futuras.

“Parcerias significativas como essa nos permitem continuar fazendo perguntas essenciais, aprofundar nossa compreensão e seguir trabalhando em prol de um futuro mais saudável e feliz para as crianças de WA que vivem com doenças crônicas.”

Na Austrália, estima-se que 2,7 milhões de australianos vivam com asma, sendo que 470 mil deles são crianças de 0 a 14 anos. Além disso, as crianças de 0 a 4 anos são hospitalizadas por asma com mais frequência do que qualquer outra faixa etária. A asma e as doenças relacionadas são especialmente prevalentes nas comunidades das Primeiras Nações, onde o diagnóstico e a intervenção precoces são fundamentais.

Os resultados do estudo MAP representam um avanço significativo na melhoria da forma como a asma infantil é identificada e tratada, estabelecendo as bases para futuras aplicações clínicas que possam trazer maior segurança às famílias e levar a melhores resultados de saúde para as crianças em toda a Austrália.

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